sexta-feira, 23 de agosto de 2013

PEC 300, A LUTA CONTINUA! SEM PEC, SEM COPA.

PEC 300, A LUTA CONTINUA!
SEM PEC, SEM COPA
Vamos falar de uma verdade antes que alguns blogs distorçam ou omitam os fatos. Os verdadeiros guerreiros estavam de camisa de guerra  com a marca “ PEC 300” debaixo  de um sol escaldante, muita sede e as vezes o passar da fome  os faziam lutar com muito mais vontade de vencer . Os verdadeiros guerreiros deram um grito de bravos leões, de homens cansados de serem enganados, homens cansados de serem  desrespeitados, de terem suas honras pisadas.  Gritaram: “ somos OS 300 dos lugares mais longes desse Brasil, já passamos 10 dias acampados na assembleia Legislativa do Maranhão,  já enfrentamos um dos governos mais  difíceis desse Brasil e não viemos aqui para sermos enganados mais vez, ou os senhores deputados aprovem o segundo turno da nossa PEC ou vamos parar  esse pais, nós estamos dispostos a ficar acampados na Câmara Federal ate que os senhores aprovem a nossa PEC”.

E assim os 300 guerreiros marcharam e invadiram a 
câmara federal  para um sinal de alerta. A invasão não foi vandalismo. Vandalismoé o que os governos fazem conosco. Nos usam para conter as manifestações democráticas e permitem  que as nossas imagens sejam desgastadas e criminalizadas e nada fazem para nos defender. Vandalismo é o que os governos fazem conosco não nos valorizam profissionalmente, sabem nos punir, não pagam salários dignos, não pagam horas extras, não pagam adicional noturno, nos massacram com regulamentos que ferem a nossa dignidade humana.
Vamos continuar lutando, não somos covardes e nem seremos pisados como vermes.
Os policiais e bombeiros do Maranhão foram muito bem representados  pelas lideranças do Cb R. Barros como o único que participou das discussões e disse as verdades que precisavam serem ditas. Parabéns ao segundo coadjuvante o Cb Jorge Henrique e a todos os demais: Cb Jedson, Sgt BM Trindade, Cb C. Roberto, CB PM F. Gomes (ASPOMEM- Bacabal) todos os Pm e bombeiros de imperatriz aos diretores da ASSEPMMA, Cb Mendonça, Cb PM Roberto Campos, Cb J. Costa, Sgt Oliveira da AMAIC - CAXIAS em fim todos e todos do Brasil que estiveram em Brasilia.
O Cb R. Barros colocou em prática sua liderança e sua experiência adquirida pelas longas caminhadas que fizemos juntos em 2009 e companhia do pessoal da ASPOM (Sd Torres, P. Meneses, Lucivaldo), Ten Cleiton, Cb Fabio, Sd PM Widwvandes e CB PM R/R de Imperatriz e  outros. Participamos da aprovação da PEC 300 no primeiro turno e mais outras caminhadas na tentativa de aprovar no segundo .  
Dia 28 desse mês (agosto) haverá uma reunião  com o Presidente Camara Federal e algumas lideranças da PM, BM e PC do Brasil que foram escolhidas. Os Bombeiros serão representados pelo Cb R. Barros da  Associação dos Bombeiros Militares do Sul do Maranhão – ABOMSUL e outra vaga ficou com a  Associação dos Militares do Corpo de Bombeiros do Maranhão que sera representada pelo Cb BM Jorge Henrique.
E como disse o CB R.BARROS:" Se o governo tem tanta certeza que podemos ganhar a PEC se ela for para a votação, então que use a sua base de deputados para nos derrotar, mas não sejam covardes conosco. Se perdermos perderemos com honra..."
Juntos e Unidos pela aprovação do segundo turno da PEC 300.

SEM PEC 300, SEM COPA.



























quarta-feira, 21 de agosto de 2013

PEC 300 - MAIS UMA PROMESSA

Mais uma promessa - Os Policiais e bombeiros do Brasil precisam dar uma resposta





Mais uma vez a presidência da Câmara dos Deputados marca uma data a fim de dispersar a movimentação de policiais e bombeiros no Congresso Nacional. Agora marcaram um grupo de estudo para dar um parecer no dia dia 16 de setembro. Como se isso fosse necessário. A PEC 300 já esgotou todos os estudos, comissão e tramites normais dentro da casa. Já foi aprovada em primeiro turno.  São 5 anos de enrolação, desrespeito com a classe que arrisca suas vidas pela sociedade brasileira.

Incontáveis vezes fomos enrolados pelo sem vergonha do Michel Temer e o sem palavra Marco Maia. Os últimos dois presidentes da Câmara dos Deputados que representam os interesses do governo federal sem nenhum pudor. Independência dos poderes só existe na teoria, na prática, a Câmara faz o que Dilma quer.

Estamos cansados de esperar que a PEC 300 seja colocada em pauta. Se não querem aprovar a matéria que votem NÃO. Sejam homem e assumam que não querem a aprovação. O que não pode é brincar com a paciência de mais de 500 mil profissionais com essa enrolação que já dura 5 anos.

Somos defensores da Lei, amamos nossa profissão, mas não podemos ser humilhados desta maneira. Paciência tem limite. Se a estratégia de ir a Brasília tentar sensibilizar os deputados em votar a PEC 300 não está funcionando, que mudemos ela...  Que tenhamos coragem de muda-la e radicalizar de alguma forma.

Policiais da Brigada Militar já mostraram o caminho: interditar rodovias. Se a população pode fazer isso, porque nós não podemos? Precisamos ter um movimento em todo o Brasil. Se não lutarmos não teremos reconhecimento.  Não fiquem esperando essas associações compradas fazerem algo, porque não vão fazer. Formem grupos de trabalho em cada batalhão e vamos a luta por nossa dignidade. O governo aposta na nossa passividade e falta de mobilização.

Que tenhamos coragem de dar uma resposta a altura.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

PEC 300: Presidente da Câmara se compromete a criar grupo de trabalho para discutir a proposta até o dia 16 de setembro

PEC 300: Presidente da Câmara se compromete a criar grupo de trabalho para discutir a proposta até o dia 16 de setembro

O fim do trabalho desse grupo, Câmara decidirá se leva a proposta à votação em segundo turno.






Policiais militares, civis e bombeiros de vários estados que já tinham ocupado o Salão Verde da Câmara dos Deputados em manifestação pela votação da PEC 300, que cria um piso nacional para a categoria, invadiram o plenário da Casa no final da tarde desta terça-feira (20).

Assim que ocorreu a invasão, o deputado Simão Sessim (PP-RJ), que presidia a sessão, encerrou os trabalhos. Parte dos manifestantes se sentou nas poltronas reservadas aos parlamentares.

Em seguida, o presidente Henrique Eduardo Alves assumiu o comando da mesa e fez um apelo para que os manifestantes deixassem o plenário. Ele propôs criar um grupo de trabalho para discutir até 16 de setembro a proposta de emenda constitucional. Ao final do trabalho desse grupo, a Câmara decidiria se leva a proposta à votação em segundo turno.

Alves se irritou com as manifestações em plenário e ameaçou retirar a proposta de criação do grupo de trabalho. Mesmo assim, os policiais permaneceram no plenário.

"Esse tipo de comportamento não é respeitoso, nem democrático”, disse Alves. “Estou falando a pessoas sérias e responsáveis. Faço apelo a deputados que se dizem representantes dessa classe, porque eu não vou pautar essa matéria [...]. Faço apelo pela retirada dos senhores de forma educada e respeitosa”, disse.

Depois, deputados com vínculo com a categoria passaram a pedir aos manifestantes que deixassem o plenário.

Estudantes de medicina e de outras profissões da área de saúde que prostestavam contra e a favor dos vetos ao projeto do Ato Médico aproveitaram o tumulto para também entrar no plenário, mas se mantiveram ao fundo do recinto.


Cerca de 20 minutos depois de iniciado o tumulto, a maioria dos manifestantes já tinha deixado o plenário.
Henrique Alves disse ter ficado “surpreso” com a invasão do plenário. Ele disse que entende o “emocionalismo” dos policiais, mas afirmou que as dificuldades da categoria não justificam a medida. “Não é desse jeito que se convence o plenário a votar”, declarou.

“Eu me surpreendi com essa atitude que não engrandece, não ajuda o entendimento de nenhum voto dos parlamentares”, disse.


Fonte: G1

O GLOBO: Policiais e bombeiros protestam na Câmara pela votação da PEC 300

O GLOBO: Policiais e bombeiros protestam na Câmara pela votação da PEC 300


"Não é só sem PEC, sem Copa não. É sem PEC, sem eleição também. Não vai haver policial tomando conta de urna ano que vem. Vai ser boicote geral."



BRASÍLIA — Um grupo de policiais invadiu, no começo da tarde desta terça-feira, o Salão Verde da Câmara dos Deputados para pedir a votação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 300, projeto que iguala o piso salarial de agentes de segurança (policiais e bombeiros) em todo o país. Eles fizeram muito barulho e foram recebidos pelo presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN). A questão deve ser analisada com o governo, por causa dos impactos fiscais. A promessa é que será criado um grupo de trabalho para discutir a questão, até o dia 16 de setembro.

Durante a manifestação parte dos policiais ficou em frente a entrada do plenário da Casa , mas não ameaçavam invadir. Um grupo foi para a frente do gabinete da Presidência da Câmara, que teve a segurança reforçada.

Segundo os seguranças da Câmara, cerca de 300 policiais participam do protesto. Eles estendem faixas e bandeiras de seus estados de origem. Tinha até bandeira de time de futebol no meio: do Fluminense.

— Atenção, escravos, viemos pedir nossa libertação. Não aguentamos mais salário de fome — afirmou João Rodrigues da Silva, representante dos bombeiros e PMs do Rio, ao fazer um discurso no Salão Verde.

O subtenente da Polícia Militar de São Paulo Clóvis de Oliveira, que se apresenta como o "idealizador" da PEC 300, diz que se a proposta não for aprovada, os policiais irão boicotar não só a Copa de 2014 como as eleições presidenciais.

— Não é só sem PEC, sem Copa não. É sem PEC, sem eleição também. Não vai haver policial tomando conta de urna ano que vem. Vai ser boicote geral. Quero ver. O governo nos joga contra a opinião pública, diz que se der o reajuste o custo anual será de R$ 42 bilhões. É mentira. Será de R$ 12,6 bilhões — disse Clóvis de Oliveira.

Durante o protesto, dezenas de manifestantes, a maior parte do Corpo de Bombeiros, cercaram o líder do governo na Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), que chegou a bater boca com alguns deles.

— Olha aí, hein, deputado, ano que vem tem eleição. Quero só ver — disse um dos manifestantes.

— Não estou preocupado com isso — respondeu Arlindo Chinaglia, no meio da confusão.

O líder do governo disse a um deles que não sabe quem garantiu a eles que a proposta seria aprovada. Conforme caminhava, aumentava o contingente de manifestantes à sua volta. Um deles exibia, atrás do petista, uma máscara de Carnaval com a cara do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, relator do mensalão.

Em coro, a turma começou a gritar e provocar Chinaglia:

— Mensalão, mensalão, mensalão!

Na avaliação do líder do DEM, deputado Ronaldo Caiado (GO), não há mais
como adiar a votação. A PEC foi aprovada em primeiro turno.

A mobilização pela PEC 300 vem incomodando o governo desde 2010. Se aprovada, a medida traria um impacto bilionário nas contas dos governos dos estados. O texto original prevê a fixação na Constituição de um piso provisório de 3,5 mil para PMs e R$ 7 mil para oficiais e estabelecia que uma lei federal irá criar, em definitivo, o piso salarial nacional para essas categorias.

FONTE - O GLOBO.

Policiais e bombeiros invadem Congresso Nacional para cobrar votação da PEC 300

Policiais e bombeiros invadem Congresso Nacional para cobrar votação da PEC 300





Cerca de 300 policiais militares, civis e bombeiros invadiram na tarde desta terça-feira (20) o Salão Verde da Câmara dos Deputados para pedir a votação, em segundo turno, da Proposta de Emenda à Constituição (PEC 300), que estabelece o piso salarial nacional das categorias. O ato, que começou na Esplanada dos Ministérios, se estendeu para dentro da Casa. Seguranças ainda tentaram impedir a entrada dos manifestantes, mas não conseguiram.

Após a invasão, o presidente Henrique Eduardo Alves (PMDB) aceitou receber uma comissão para negociar a saída pacífica dos revoltosos e marcar uma data para a votação da proposição. O líder do movimento grevista da Polícia Militar da Bahia em 2012 e atual vereador de Salvador, Marcos Prisco (PSDB), participa do protesto.

Representantes de várias categorias ligadas a saúde também tentaram invadir o Congresso nesta terça. De acordo com reportagem do Correio Braziliense, cerca de 150 pessoas chegaram a forçar a entrada pela chapelaria da Câmara, mas policiais militares atiraram spray de pimenta e conseguiram dispersar o grupo. Porém, cerca de 10 terapeutas ocupacionais tiveram acesso ao local por outras entradas e também invadiram o Salão Verde para pedir a manutenção dos vetos presidenciais da regulamentação do exercício da medicina, o chamado “Ato Médico”, que será votado ainda nesta noite. Além disso, índios ocupam os corredores próximos as salas onde são debatidas as comissões. Grupos contrários e favoráveis à demarcação das terras indígenas protestam no local.

PEC 300



A Associação dos Militares do Corpo de Bombeiros e a Associação dos Bombeiros do Sul do Maranhão - ABOMMSUL estão com 18 bombeiros militares do nosso Estado em Brasilia  na grande manifestação pela aprovação da PEC 300. O Maranhão também esta representado por policiais militares da capital, Timon, Caxias, Bacabal e Imperatriz.
Estamos aguardando noticias sobre as movimentações na capital federal.