segunda-feira, 16 de abril de 2018

O Projeto Bombeiro Mirim Músico abre inscrições para crianças e adolescentes com idade de 11 a 15 anos.


ATENÇÃO  INSCRIÇÕES ABERTAS
O Projeto Bombeiro Mirim Músico abre inscrições para crianças e adolescentes com idade de  11 a 15 anos.
As inscrições poderão ser realizadas na sede do projeto localizada na Rua do Marajá, Nº 71, no Bairro da Cambôa por trás da CAEMA e do Hospital Materno Infantil.
AS INSCRIÇÕES VÃO ATÉ O DIA 11 DE MAIO
Os interessados deverão comparecer nas terças, quintas – feiras e aos sábados  nos seguintes horários: 08h00min ás 11h30min e das 14h30min às 17h00min.

De acordo com a aptidão musical e orientação dos professores os bombeiros mirins músicos poderão escolher os seguintes instrumentos: violinos, violoncelos, contra baixo acústico,sax, trompete, trombone, clarinte, flauta transversal, flautim, tuba , bombardino, trompa de harmonia, oboé, instrumentos de percussões, entre outros.
Durante os estudos, os alunos passarão por ciclos de estudos que compreendem desde a teoria musical básica, níveis intermediários e nível  técnico avançado. Ainda no nível intermediário  fase em que os alunos já estão tocando instrumentos  musicais farão parte da banda de música e  da orquestra sinfônica.

O projeto faz parte das ações da Escola de Música Bombeiros Mirins do Maranhão e está vinculado ao Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão através da Coordenadoria de Projetos Sociais.
O Projeto já está na fase final de elaboração do projeto politico pedagógico para registrar a escola
Para maiores informações fone/zap: 98786 – 9332 / 98854 - 6334

Coordenador da Escola
Jean Marry Serejo Santana – 1º SGT BM

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Homens transexuais devem se alistar

Ministério da Defesa diz que homem transexual deve se alistar

Mulher transexual que tem o documento alterado antes dos 18 anos deixa de ter obrigação de se apresentar ao serviço militar


Os homens transexuais (mulheres que fizeram transição para o gênero masculino), com menos de 45 anos, devem alistar-se nas Forças Armadas assim que obtiverem o novo registro civil, refletindo a mudança de sexo e nome, segundo o Ministério da Defesa.
Já as mulheres trans (homens que mudaram para o gênero feminino), que alteraram seus documentos antes dos 18 anos, deixam de ter a obrigação de se apresentar para o serviço militar obrigatório.
O posicionamento oficial da pasta ocorreu na semana passada, diante de consulta feita pela Defensoria Pública do Rio. O órgão enviou ofício à pasta questionando a situação, uma vez que não há lei sobre o tema.
Em resposta à Defensoria, o ministério informou que os homens trans devem alistar-se em uma das Forças. Avisou também que podem ser convocados a prestar serviço militar obrigatório ou fazer parte do cadastro da reserva para eventual convocação se necessário.
"Temos conseguido muitas sentenças para retificação do nome e do sexo nos documentos", diz a defensora Lívia Casseres, do Núcleo de Defesa da Diversidade Sexual e Direitos Homoafetivos da Defensoria Pública do Rio. "Mas, no caso de homens que nasceram mulheres e buscam ser reconhecidos como homens, a mudança de documentos não resolve todos os problemas. É que os homens precisam do Certificado de Reservista para fazer concurso público, tirar passaporte, título de eleitor, entre outras coisas. Pelo volume de pessoas com esse mesmo problema, pedimos orientação do ministério.
"Para ter certificado de reservista, os homens trans (como os demais) devem comparecer à Junta de Serviço Militar mais perto de casa. Já a mulher trans não precisa se apresentar se a alteração dos documentos tiver sido feita antes dos 18 anos. Se a mudança for após o serviço militar obrigatório, o certificado deixa de ter utilidade a ela.
O serviço militar obrigatório é composto de três etapas: o alistamento, a seleção e a incorporação ao serviço militar. Nem todos passam pelas três etapas. Muitos são dispensados na seleção geral por excesso de contingência ou por não atenderem aos critérios exigidos.
"No caso das pessoas trans, o serviço militar obrigatório deveria ser limitado ao alistamento, para cumprir as exigências legais, dando a opção de dar seguimento ou não às outras etapas", diz Giowana Cambrone, professora de Direito da Família, transexual e ativista LGBT. "Pelas características dos treinamentos, das atividades dos quartéis e da cultura organizacional das Forças Armadas, considero que pode ser muito arriscado e mesmo causar danos psíquicos e físicos a presença de homens trans nas corporações."
Mas ativistas alegam que muitos homens trans querem servir ou, pelo menos, ter assegurado seu direito de servir. E haveria preconceito por parte das Forças, que nunca os convocariam. A Defesa garantiu não haver preconceito. E explicou que, entre o alistamento e a seleção não há exame físico; a escolha é feita só com base no número do CPF. O que ocorre, diz a pasta, é que em muitos locais há excesso de contingente.
Clandestinidade
No fim dos anos 1970, o sexólogo, escritor e ativista João W. Nery, de 68 anos, se apresentou em uma cidade do interior, onde sabia haver excesso de contingente, para ser dispensado do exame física, conta. Ele fez a transição em 1977, quando ninguém conhecia a palavra trans. "Para fazer um novo registro, do sexo masculino, fui ao cartório no peito e na marra e disse simplesmente que não tinha documento algum. Que precisava tirá-los."
Ele conseguiu os novos documentos e o Certificado de Reservista. Mas perdeu os registros pregressos, incluindo a formação escolar, o diploma de Psicologia e o de mestrado. "Passei 30 anos me escondendo da polícia — afinal tinha dois CPFs —, até meu 'crime' prescrever."
Violações
Em janeiro, o MPF (Ministério Público Federal) emitiu recomendação para que Marinha, Exército e Aeronáutica aceitem transexuais. A Transexualidade, diz o MPF, não pode ser determinante para reformar ou considerar militares incapazes. A recomendação, sem caráter judicial, veio em decorrência de inquérito civil que apura a violação de direitos humanos de trans nas Forças.
O Ministério da Defesa diz não orientar "o processo seletivo de recrutamento e incorporação por qualquer critério excludente que não esteja baseado em condições de desempenho respaldadas por exames médicos".

por  noticias.r7
https://noticias.r7.com/brasil/ministerio-da-defesa-diz-que-homem-transexual-deve-se-alistar-06022018

domingo, 4 de fevereiro de 2018

PASSAPORTES E CARTEIRAS DE IDENTIDADES PODERÃO SER EMITIDAS PELOS CARTÓRIOS

PASSAPORTES E CARTEIRAS DE IDENTIDADES PODERÃO SER EMITIDAS PELOS CARTÓRIOS


Os cartórios brasileiros já poderão emitir passaportes   para cidadões brasileiros e documentos de identidade. Para que os cartórios comecem a realizar esse tipo de prestação de serviço, no caso dos passaportes deverão fazer convênio com a Policia Federal e para emitir os documentos de identidade deverão fazer convênio com as secretaria de seguranças dos estados.


A medida administrativa que possibilita que os cartórios realizem tais serviços foi anunciada no dia 26 de janeiro pelo CNJ( Conselho Nacional de Justiça).  Os convênios entre os cartórios e os referidos órgãos deverão passar por uma análise e homologação do poder judiciário através das Corregedoria dos Tribunais Estaduais para as identidades e Corregedorias Nacional de Justiça para os passaportes.

Segundo o juiz auxiliar da Corregedoria Nacional de Justiça, Marcio Evangelista, a medida não afeta a confiabilidade do passaporte brasileiro, que obedece a exigências internacionais de segurança. “A Polícia Federal continuará responsável por emitir o passaporte. O convênio só permitirá o compartilhamento do cadastro de informações dos cidadãos brasileiros com os cartórios, que apenas colherão as digitais e confirmarão para a Polícia Federal a identidade de quem solicitar o documento”, afirma



Por jean Marry

ATENÇÃO BOMBEIROS MILITARES URV E 21,7%

ATENÇÃO BOMBEIROS MILITARES  URV  E  21,7 %

ASSOCIAÇÃO DOS MILITARES DO CORPO DE BOMBEIROS DO MARANHÃO – ASMB
ORIENTAÇÃO PARA RECEBIMENTO DA URV/ 21,7 %

SIGA OS SEGUINTES PASSOS:
ESCANEAR OS SEGUINTES  DOCUMENTOS:

1º -  CARTEIRA DE IDENTIDADE MILITAR, ÚLTIMO CONTRA – CHEQUE, COMPROVANTE DE RESIDÊNCIA ( CONTA DE LUZ, OU ÁGUA OU TELEFONE)

2º - BAIXAR A PROCURAÇÃO DOS ADVOGADOS QUE ESTÁ NO ARQUIVO DESTE BLOG. DEPOIS QUE VOCÊ BAIXAR, VOCÊ PREENCHER COM AS SUAS INFORMAÇÕES PESSOAIS E ENDEREÇO, DEPOIS DE PREENCHER VOCÊ DEVE ASSINAR A PROCURAÇÃO.

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sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Concurso para o Corpo de Bombeiros do Maranhão


Veja abaixo o link da entrevista
https://www.folhadirigida.com.br/.../concursos-maranhao-governador-confirma-mais-...
1.      




Criação da Política Nacional dos Corpos de Bombeiros Militares está na CCJ


Criação da Política Nacional dos Corpos de Bombeiros Militares está na CCJ

   
Da Redação | 01/02/2018, 17h08
Está pronto para ser votado na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) o relatório favorável da senadora Ângela Portela (PDT-RR) ao projeto de lei que estabelece as diretrizes da Política Nacional dos Corpos de Bombeiros Militares na Segurança Pública.
A universalização e a melhoria da oferta dos serviços prestados pelos corpos de bombeiros militares são os principais objetivos do PLS 194/2014, de autoria do senador Acir Gurgacz (PDT-RO) e que conta com o apoio do Conselho Nacional dos Corpos de Bombeiros Militares do Brasil.
O objetivo geral dessa política nacional será “promover a preservação da vida, do meio ambiente e do patrimônio”, por meio de ações como prevenção e extinção de incêndios, busca e salvamento, atendimento pré-hospitalar e defesa civil.
Dentre as diretrizes da política nacional estão a promoção da integração dos entes federativos, a priorização das ações de prevenção e educação, a modernização dos corpos de bombeiros militares, a criação de grupos de pronta resposta e a normatização da segurança contra incêndio e pânico.
A proposta define objetivos dessa política, como reaparelhar os corpos de bombeiros militares, expandir seus serviços nos municípios e desenvolver ações regulares de capacitação. Outra ação específica visa programar políticas públicas voltadas ao desenvolvimento da indústria nacional de veículos, materiais e equipamentos utilizados por essas corporações.
Também serão objetivos da política enfatizar os aspectos preventivos nas ações dos bombeiros militares; implementar políticas públicas na área de segurança contra incêndio e pânico; contribuir para a redução de acidentes de trânsito; desenvolver a cultura de prevenção; promover programas sociais de interesse público; criar e certificar uma doutrina operacional para o emprego de cães nas ações dos bombeiros militares e promover a regulamentação e difusão dos serviços de pesquisa de incêndio urbano e florestal.
Também há divisão de competências entre União, estados, Distrito Federal e municípios para concretização da política nacional. Para Acir Gurgacz, esse instrumento será uma estratégia de articulação multidisciplinar envolvendo segurança pública, saúde, meio ambiente, educação, defesa civil, transportes, assistência social, esportes e outros. Além disso, também haverá foco no fomento da inovação tecnológica e no desenvolvimento sustentável no âmbito dos serviços de bombeiros militares na segurança pública, com objetivo na eficiência da oferta de serviços públicos.
Para a relatora, o projeto é relevante por dar uma perspectiva nacional a setor tão importante para o país. Em seu relatório, Ângela Portela sugere duas alterações. A primeira para deixar claro que o financiamento da implementação da política nacional ficará a cargo da União, estados e Distrito Federal, com apoio dos municípios. A segunda retira do texto original a atribuição aos corpos de bombeiros da tarefa de “certificar produtos e serviços, preferencialmente por meio do Instituto Nacional dos Corpos de Bombeiros Militares”. A senadora argumenta que essa atribuição já pertence ao Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).
A matéria, que já teve parecer favorável da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), será votada em decisão terminativa na CCJ, ou seja, seguirá direto para votação da Câmara dos Deputados se for aprovada e não houver recurso para que seja votada no Plenário do Senado.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)