PM é ferido com gravidade por coquetel molotov
Protestos no Rio de Janeiro durante a visita do papa Francisco terminaram com a prisão de várias pessoas. Conflitos aconteceram depois do Pontífice deixar o Palácio Guanabara, sede do governo estadual
Durante o confronto entre a polícia e manifestantes próximo ao Palácio Guanabara, sede do governo do Rio, ontem à noite, um policial sofreu graves queimaduras e foi levado com urgência ao hospital da Polícia Militar.
O agente foi atingido por coquetel molotov. Ele sofreu queimaduras na tórax. As informações constam na conta da PM numa rede social.
Outros policiais também tiveram queimaduras e foram encaminhados ao hospital da corporação, no Estácio, zona norte do Rio.
A PM não informou, porém, o total de agentes feridos. Também não foram divulgadas ainda informações sobre manifestantes feridos durante o protesto.
Ao todo, cinco pessoas foram detidas durante a manifestação, segundo a PM em rede social: um por desacato, três com coquetéis molotov e um por atirar pedras em policiais. Eles foram encaminhados à 9ª Delegacia de Polícia, no Catete.
O conflito aconteceu por volta das 19h45 logo após o papa Francisco deixar o local, onde realizou seu primeiro discurso.
Dentro do Palácio ainda estava a presidente Dilma Rousseff e diversas autoridades, além do governador do Estado, Sérgio Cabral (PMDB), e do prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB).
Mídia Ninja
Dois jornalistas do grupo Mídia Ninja (Narrativas Independentes, Jornalismo e Ação) que acompanhavam aos protestos em frente ao Palácio Guanabara, no Rio, foram detidos. Um deles estava em frente à 9.ª Delegacia de Polícia (Catete), apurando por que motivo o colega foi detido, quando foi abordado por um tenente. Ele disse que o jornalista era suspeito de incitar as manifestações e queria levá-lo para averiguações.
Uma advogada interveio e o tenente chegou a dizer que o repórter não estava detido e que poderia sair da delegacia se quisesse. Logo em seguida, o policial recebeu uma ligação e anunciou a prisão. “O major Nunes mandou levar ele”, afirmou. O telefone usado na transmissão foi apreendido. Em seguida, o policial anunciou: “Quem passar mensagem pelo celular será preso”
Durante o confronto entre a polícia e manifestantes próximo ao Palácio Guanabara, sede do governo do Rio, ontem à noite, um policial sofreu graves queimaduras e foi levado com urgência ao hospital da Polícia Militar.
O agente foi atingido por coquetel molotov. Ele sofreu queimaduras na tórax. As informações constam na conta da PM numa rede social.
Outros policiais também tiveram queimaduras e foram encaminhados ao hospital da corporação, no Estácio, zona norte do Rio.
A PM não informou, porém, o total de agentes feridos. Também não foram divulgadas ainda informações sobre manifestantes feridos durante o protesto.
Ao todo, cinco pessoas foram detidas durante a manifestação, segundo a PM em rede social: um por desacato, três com coquetéis molotov e um por atirar pedras em policiais. Eles foram encaminhados à 9ª Delegacia de Polícia, no Catete.
O conflito aconteceu por volta das 19h45 logo após o papa Francisco deixar o local, onde realizou seu primeiro discurso.
Dentro do Palácio ainda estava a presidente Dilma Rousseff e diversas autoridades, além do governador do Estado, Sérgio Cabral (PMDB), e do prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB).
Mídia Ninja
Dois jornalistas do grupo Mídia Ninja (Narrativas Independentes, Jornalismo e Ação) que acompanhavam aos protestos em frente ao Palácio Guanabara, no Rio, foram detidos. Um deles estava em frente à 9.ª Delegacia de Polícia (Catete), apurando por que motivo o colega foi detido, quando foi abordado por um tenente. Ele disse que o jornalista era suspeito de incitar as manifestações e queria levá-lo para averiguações.
Uma advogada interveio e o tenente chegou a dizer que o repórter não estava detido e que poderia sair da delegacia se quisesse. Logo em seguida, o policial recebeu uma ligação e anunciou a prisão. “O major Nunes mandou levar ele”, afirmou. O telefone usado na transmissão foi apreendido. Em seguida, o policial anunciou: “Quem passar mensagem pelo celular será preso”

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